15 anos OCC

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A Orquestra Clássica do Centro (OCC) apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em Dezembro de 2001 e tem realizado o seu trabalho ao longo destes anos de forma ininterrupta.

Enquanto associação, a OCC tem a responsabilidade de gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal (local da sede da OCC). Tem desde Setembro de 2016 o estatuto de ONGD. A OCC foi considerada de superior interesse cultural pelo Ministério da Cultura desde 2001 e encontra-se abrangida, desde então, pela Lei do Mecenato Cultural (atual Estatuto dos Benefícios Fiscais).

Para além dos concertos que constituem naturalmente a nossa atividade principal, organizou concursos, conferências, festivais, encontros e muitos outros eventos, frequentemente em colaboração com outras entidades.

Do seu historial fazem ainda parte diversas iniciativas realizadas sobre a temática da Guitarra portuguesa na sua valorização e promoção enquanto instrumento solista de orquestra, com especial destaque para os Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa, com o Patrocínio da Caixa Geral de Depósitos, iniciados em 2007.

Alguns destaques da sua atividade mais recente:
Em Maio de 2014, deslocou-se a Cabo Verde, a convite do Ministro da Cultura de Cabo Verde Mário Lúcio de Sousa que declarou a Orquestra, além de “fundadora da Orquestra Nacional de Cabo Verde”, como sendo parte integrante desta. Ainda por proposta do Ministro Mário Lúcio de Sousa, a OCC acolhe em Coimbra o Centro de Transcrição da criação musical de Cabo Verde. Em 2015 assinou também um protocolo de colaboração com o Centro de Estudos da Morna que tem como principal intuito divulgar a Morna como património cultural da lusofonia, conhecimentos musicais, literários ou de imagem e a transcrição para partituras da tradição oral da Morna. Em Julho de 2015 num concerto memorável interpretou obras de Vasco Martins e Mário Lúcio tendo estes participado no concerto também como interpretes. Em Janeiro de 2016 esteve presente na cerimónia de inauguração do Museu do Tarrafal.

Edições:
Editou vários CD´s, dos quais se destacam “Cantar Coimbra 1 e 2” ou a Suite Sinfónica Aeminium de José Firmino ou “ Em Memória da Madrugada .Dos livros editados o destaque vai para ” As Primaveras ” de Francisco Martins e ” Cesária – A rota da Lua vagabunda”, sobre Cesária Évora, da autoria de Tchalê Figueira e Vasco Martins.

Direção Artística Estratégica que integra nomes como Luís Tinoco, Vasco Martins, Mário Alves e Marina Pacheco, tendo como maestro titular José Eduardo Gomes, para além do conselho artístico geral já existente e conhecido.

Em 2016 comemoramos o nosso 15º aniversário.

Além desta breve e geral descrição de algumas das atividades realizadas ao longo deste anos, importa destacar também o papel da associação enquanto criadora de “pontes”, parcerias e as mais diversas colaborações com pessoas, escolas, empresas e outras instituições da cidade, da região e mesmo de diferentes países. Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, têm sido e continuarão a ser os objetivos deste projeto.

 

«A Orquestra Clássica do Centro já é um Património de que nos orgulhamos.
Como cidadão e ” Músico” que já fui , estou grato e sei que vão continuar !
»

Francisco Martins