Breve Historial

A Orquestra Clássica do Centro (OCC)

A orquestra clássica do centro (occ) apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001, na altura com 25 elementos e com a denominação de orquestra de câmara de coimbra. Desde o inicio das suas atividades que está  abrangida pela lei do mecenato cultural (atual estatuto dos benefícios fiscais). Alterou a sua formação de câmara para clássica, e em 2004 a sua designação para orquestra clássica do centro. Tem contado  com o contributo solístico e de regência de notáveis figuras do panorama musical, encontrando também meios para, pontualmente, produzir concertos com uma densidade tímbrica e orquestral sinfónica.

Apresenta-se ainda com formações de câmara (trios, quartetos e quintetos, entre outras), disponibilizando assim um leque variado de programas/repertórios, em função das circunstâncias e / ou locais. Organiza concursos, conferências e festivais para além das atividades exclusivamente concertísticas. Ao longo destes anos, a OCC tem realizado o seu trabalho ininterruptamente. Do seu historial fazem ainda parte diversas iniciativas realizadas sobre a temática da guitarra portuguesa, na sua valorização e promoção enquanto instrumento solista de orquestra, com especial destaque para os encontros internacionais da guitarra portuguesa realizados entre 2007 e 2016 com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos.

Em maio de 2014, deslocou-se a Cabo Verde, a convite do ministro da cultura de cabo verde Mário Lúcio de Sousa que declarou a orquestra, além de “fundadora da orquestra nacional de cabo verde”, como sendo parte integrante desta. Em 2015 assinou também um protocolo de colaboração com o centro de estudos da morna que tem como principal intuito divulgar a morna como património cultural da lusofonia. Em janeiro de 2016 a OCC actuou na cerimónia de inauguração do museu do Tarrafal. Editou vários cd´s, dos quais se destacam “cantar coimbra 1 e 2” , a suite sinfónica aeminium, “ em memória da madrugada ” ou «viagens no imaginário da morna». Na edição de livros destacamos  ” as primaveras ” de Francisco Martins e ” Cesária – a rota da lua vagabunda”, da autoria de tchalê Figueira e Vasco Martins sobre Cesária Évora.

Enquanto associação, tem ainda a responsabilidade da gestão cultural do pavilhão centro de portugal (local da sede da occ). Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, têm sido e continuarão a ser os objetivos deste projeto. A orquestra clássica do centro conta com o apoio institucional da câmara municipal de coimbra, e tem como mecenas plurianuais a efapel. Tem protocolos assinados com várias câmaras municipais, escolas de música e outras instituições como sejam a Universidade de Coimbra, o IPC, o ISCAC ou a ESART. Tem o apoio do Diário as Beiras e o Diário de Coimbra, Noticías de Coimbra, RTP e Antena 1, para além de empresas como a Critical Software, a ISA, Ascendum, Livrarias Almedina e BPI. Em fevereiro de 2016, além da sua direcção artística geral, apresentou a direcção artística estratégica de que fazem parte nomes como Vasco Martins, Luís Tinoco, Mário Alves, Marina Pacheco, Andrew Swinnerton e José Eduardo Gomes.