Sinfonia nº1, op 21 – Ludwig van Beethoven (1770-1827
|. Adagio molto. Allegro con brio
||. Andante cantabile- con moto
|||. Menuetto – Allegro molto e vivace
|V. Finale – Adagio, allegro molto e vivace
Concerto para Violino e Orquestra, op. 35 – Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893)
Allegro moderato
Canzonetta — Andante
Finale — Allegro vivacissimo
SIRUI ZHOU Membro da Associação de Artistas da Orquestra Shezhen Baoan, é atualmente concertino associado da Orquestra Sinfónica Juvenil da China do Conservatório Central de Música. Em 2013, Sirui Zhou foi admitida na quinta classe da Escola Primária anexa ao Conservatório Central de Música, a primeira do país. Estuda agora com Liu Xiao, supervisor de doutoramento e professor de violino no Conservatório Central de Música de Pequim. Em 2015, foi admitida na Escola Secundária do Conservatório Central de Música com excelentes resultados e, em 2021, foi admitida no Conservatório Central de Música. Trabalhou com violinistas de renome como Maxim Vengerov, Boris Kushnir, Zakar Bron, Dora Schwarzberg, Sergei Dogadin, Hukun e Pedro Carneiro. Em 2014, no Concurso de Piano e Violino da CCTV, obteve o quarto lugar no grupo júnior na idade mais jovem. Foi convidada por o famoso maestro Tan Lihua para interpretar o Mendelssohn
Concerto para violino com a Orquestra Sinfónica de Pequim. Ela ganhou o Prémio de excelência no National Professional Colleges Wenhia Grupo Juvenil da Taça em 2015. Segundo prémio no Concurso de Violino do Conservatório Musical Tchaikovsky de Moscovo em 2018. Terceiro prémio na Foton Cup International Violin Elite Competition em 2018. Prémio de jovem jogador no Singapore International Violin Competição. Primeiro prémio no LUGOI MELOS Internacional Concurso de música na Roménia. Primeiro prémio na ABRITUS
Programa Concurso Internacional de Música, Bulgária 2021. Primeiro prémio em Competição Internacional de Música INSPRITION em Moscovo 2021. Primeiro prémio no Concurso Internacional Britânico de Música e Prémio especial por cooperação. Em 2023 como violino dos Ningyun Quarteto, ganhou a Medalha de Ouro para Quarteto de Cordas de Câmara, Prémio de Platina do Concurso de Música Elizabeth and Hummingbird
Prémio de Música Quarteto Nacional de Cordas.
Estuda agora com Liu Xiao, supervisor de doutoramento e professor de violino no Conservatório Central de Música de Pequim.
Maestro Cláudio Ferreira – convidado regular das principais orquestras portuguesas, colaborou com a Orquestra e Coro do Projeto Xiquitsi, em Maputo-Moçambique. Apresentou-se em concerto com Elisabete Matos, dirigindo árias de ópera de Verdi, Boito e Puccini e foi assistente do maestro Baldur Brönnimann na apresentação em concerto da Sinfonia nº 4 de Charles Ives, com a OSP/CdM.
No âmbito da música contemporânea, tem interpretado e estreado obras de compositores nacionais e estrangeiros para formações diversas. Em 2024, apresentou-se numa digressão nacional com o Perdigão Ensemble, do qual é Diretor Musical e, em 2025, apresentar-se-á em concerto com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa.
No campo da investigação, realizou uma edição crítica à obra Suite Africana do compositor português do séc. XX Frederico de Freitas, posteriormente publicada pela AvA Musical Editions.
Possui quatro mestrados na área da música – Ensino de Música, Pedagogia do Instrumento, Teoria e Formação Musical, e Direção, este último pela Universidade de Aveiro, onde foi aluno do maestro Ernst Schelle. Trabalhou ainda a sua técnica de direção de orquestra com o maestro Pedro Neves.
Foi vencedor do 2º prémio em Direção de Orquestra no Prémio Jovens Músicos (2022). Na temporada 2025, tem concertos agendados com a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra Clássica do Centro, a Orquestra Sinfónica do Porto (CdM), a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra Sinfónica Portuguesa (TNSC).
É Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra Juvenil de Viseu, uma parceria entre o Município de Viseu e o Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão.
A Orquestra Clássica do Centro (OCC) realizou o seu concerto-estreia em dezembro de 2001. Enquanto associação, tem a responsabilidade de gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal em Coimbra (sua sede). Para além dos concertos que constituem naturalmente a sua atividade principal, organiza / promove concursos, conferências, exposições ou festivais, por si ou em colaboração com outras entidades. Alguns destaques: Os Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa com o apoio da CGD, que realizou durante 10 anos, os Festivais “Sofia”, em colaboração com o Tribunal da Relação de Coimbra, o “Bussaco Summer Festival” e o “Bussaco Classical Festival” em colaboração com o Município da Mealhada e a Fundação Mata do Bussaco, o “Musas festival das Artes de Conímbriga” em parceria com o Município de Condeixa-a-Nova e a colaboração com o Museu Nacional de Conímbriga e Museu PO.RO.S, ou ainda o Ciclo de Concertos da Justiça, que resultam de uma parceria com os Tribunais Superiores (Supremo Tribunal de Justiça, Supremo Tribunal Administrativo, Tribunal de Contas, Tribunais da Relação de Coimbra, Évora, Guimarães, Lisboa e Porto, para além dos Tribunais Judiciais da Comarca de Coimbra e Viseu). Ao longo dos anos tem participado em Festivais, como por exemplo o Festival das Artes, Festival de Música de Sintra, Festival Internacional de Piano do Algarve, mais recentemente no Festival Internacional de Malta e ainda MÁS CLÁSICA – XII Ciclo de concertos de Salamanca; para além do ciclo anual de concertos.
A OCC vem contando com a regência de maestros nacionais e estrangeiros como Gustavo Petri, José Eduardo Gomes, Virgílio Caseiro, Luís Carvalho, Diogo Costa, Jan Wierzba, Martin André, Rui Massena, Cesário Costa, Michaël Cousteau, Vasco Pearce de Azevedo ou Henrique Constância. Desde março de 2022, Sergio Alapont é o maestro titular. A orquestra tem contado com a participação de solistas como Vasco Dantas, Bruno Belthoise, Raquel Camarinha, Melissa Purnell, Patricia Quinta, Marina Pacheco, Regina Freire ou Sofia Marafona. Ainda Jorge Palma, Mariza, António Zambujo, Manoel de Oliveira e Tiago Bettencourt, tendo gravado com este último ao vivo no ano de 2022. Destacam-se ainda os espetáculos com a Companhia Nacional de Bailado no Coliseu do Porto e no Convento de São Francisco em Coimbra, em 2023.
Um dos seus principais objetivos é fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita. Também para este fim, editou vários CDs e livros. A OCC é ainda membro fundador da Orquestra Nacional de Cabo Verde.
A Orquestra Clássica do Centro é uma entidade apoiada pela Dgartes / Ministério da Cultura e tem o apoio Institucional da Câmara Municipal de Coimbra. O seu Mecenas plurianual é a empresa EFAPEL. Tem protocolos assinados com várias Câmaras Municipais, Escolas de Música e outras Instituições como a Universidade de Coimbra, o IPC, o ISCAC, ISEC, ESART ou o Instituto Piaget. A OCC encontra-se abrangida pela Lei do Mecenato Cultural (atual Estatuto dos Benefícios Fiscais). Em 2013 foi agraciada com a Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal de Coimbra. Em 2025 a OCC comemora o seu 24° aniversário.
Em colaboração com
Museu Nacional de Machado de Castro
Instituto Miguel Torga
Apoios
Município de Coimbra
DGartes / MC