Festival Sofia 2019 – 18 out

Palácio da Justiça

COIMBRA
21h15

Se a Justiça é o bem maior de uma comunidade, a Cultura / Música /Arte é o indispensável alimento dos que a aplicam, dos que dela são destinatários. Com esta ideia presente, e na sequência do sucedido no ano de 2018, em parceria com o Tribunal da Relação de Coimbra, em 2019 apresentamos o 2º Festival Sofia, com concertos nos vários espaços do Palácio da Justiça de Coimbra.

18 Out
ENCONTROS

DAVID WYN LLOYD, violino e viola d’arco
JED ANTHONY BARAHAL, violoncelo

Obras:
“Suíte em Si menor” – J. S. Bach (1685 -1750)
“Dialogues” – B. C. Fauconier (1816 – 1877)
“Sonata Nº 6 em Ré Maior” – Bartolomeo Bruni (1757 – 1821)
“Aubade” – Benjamin Godard (1849 – 1895)

Próximos concertos
8 Novembro | 15 Nov | 18 Dez

Preços
para o ciclo : 5€ por concerto
Por concerto: 8€

Bilheteira: 14h30 – 18h – Pavilhão Centro de Portugal
No dia do concerto a partir das 20h15 no local do espectáculo 

David Wyn Lloyd, viola-d’arcoDoutorado pela Universidade de Sheffield em Inglaterra, iniciou os seus estudos superiores em 1981, no Royal College of Music em Londres, onde obteve vários prémios em viola-d’arco emúsica de câmara. Estudou com Peter Schidlof, do Quarteto Amadeus, e participou em masterclasses no IMS da Cornualha.  Seguidamente desenvolveu uma carreira profissional intensa, tocando nas principais orquestras de Londres, colaborando em cinema e televisão e efectuando inúmeras gravações. David Lloyd foi membro da BBC Symphony Orchestra durante quatro anos, tendo tocado em muitas das grandes salas de concerto do mundo. Em Portugal, foi solista do naipe de violas da Orquestra do Porto, iniciando a seguir a sua actividade pedagógica em várias escolas profissionais. Desde 1996 é docente no DECA da Universidade de Aveiro onde leciona as disciplinas de Violino, Viola-d’arco e Música de Câmara. Dirigiu a orquestra desta Universidade entre 1998 e 2008, a ORI – Orquestra Raízes Ibéricas em vários concertos e ainda formações periféricas em Inglaterra e nos Estados Unidos. Foi membro dos quartetos Camões, Lyra e  Quarteto do Porto. Em 2008, estreou a obra “Elegia” de José Atalaya. Desde Abril de 2012 até 2016 foi Director Artístico e Maestro Titular da Orquestra Clássica do Centro. No ano 2014 foi-lhe concedido pelo Ministro da Cutura do Cabo Verde o título “Maestro Honorário Vitalício do Cabo Verde”. Em 2018 deu início a atividades na ESART (Castelo Branco) onde lecciona música da câmara e viola-d’arco. Em Outubro 2019 vai dirigir a Orquestra Clássica do Centro na estreia da sua obra “TangoFado Suite”, que lhe foi encomendada pela OCC.

Jed com cello vertical 2006

Jed Barahal, violoncelo
De origem norte-americana e residente em Portugal há quase 30 anos, Jed Barahal tem desenvolvido a sua carreira em três continentes como solista, em recital, e em música de câmara. Mestrado em música pela Yale University e licenciado pela Juilliard School de Nova Iorque, estudou com Harvey Shapiro, Lorne Munroe e Aldo Parisot, e frequentou master classes com Pierre Fournier, Paul Tortelier e Janos Starker. Possui um extenso repertório que abrange todos os estilos. Foi 1º violoncelo solo da Orquestra Sinfónica do Estado de São Paulo (Brasil), Orquestra do Capitólio de Toulouse (França), e da Régie Sinfonia do Porto, entre outros. Entre as suas gravações de CDs figuram obras de George Crumb, Carlos Azevedo, Jorge Peixinho, Astor Piazzolla e António Pinho Vargas. Em 2006 lançou um CD comemorativo com obras de Fernando Lopes Graça e Luís de Freitas Branco, com a pianista Christina Margotto, com quem mantém um duo há 25 anos. Com a Orquestra Raízes Ibéricas gravou em CD os concertos de Boccherini em ré (Numérica, 2007) e em sol (Numérica, 2011). Tem realizado várias integrais das Suites de Bach para violoncelo solo. É professor adjunto da Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto desde 1993, e ministra com frequência seminários de violoncelo em várias escolas de música no país e no estrangeiro. É 1º violoncelo da Orquestra Clássica do Centro desde 2013.

<