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Concerto 23 julho

Concerto 23 julho

Mosteiro de Santa Clara – a – Nova

Claustros

23 Julho | 21h

Orquestra Clássica do Centro

Carla Caramujo, soprano

Maestro José Eduardo Gomes

“Tempos”

Em 2020 assinalamos datas que marcam os tempos de quem os viveu e da História que faz de nós muito do que somos. Tempos que marcam pela inspiração que neles colhemos.
Em 2020 – Dona Isabel, a Rainha Santa de Portugal assinala os 750 ano do seu nascimento;
Ludwig van Beethoven, o grande Compositor alemão, nasceu há 250 anos.
Mas em 2020, a pandemia ainda tão presente forçou-nos a alterar formas de estar. Fomos forçados a cancelar, adiar ou repensar a forma tida até agora como natural para expressar sentimentos ou exprimir a arte nas suas mais variadas formas de expressão.
Tal como Dona Isabel ou Beethoven, também nós temos que saber superar as contrariedades da vida e dos tempos.
Assim, muito do que estava agendado foi repensado, mas não pode deixar de ser feito, porque o tempo não pára, porque estamos vivos, e, a nós, a cada um de nós, cabe escrever a História. a História (s) que só sobrevive(m) aos tempos se se basear(em) também no(s) outro(s).
Assim, com respeito natural por todas as indicações de segurança, no dia 23 de de julho, em Coimbra, às 21h fica o Convite para assistir ao concerto da Orquestra Clássica do Centro, com a participação da soprano Carla Caramujo e direção de José Eduardo Gomes.
Distantes, com a proximidade que se impõe, marcamos encontro para celebrar a Vida, não só a nossa, mas a de 2 personalidades que marcaram os tempos ( os deles e os nossos ) – Dona Isabel, rainha Santa de Portugal e Ludwig van Beethoven, o incomparável Beethoven.
Comungando do mesmo espirito de determinação, vontade e humildade que caraterizam os que realmente foram /são” grandes”, esperamos que esta seja uma noite especial em que a Música possa ter o cheiro a rosas e o calor da Fraternidade.
Rosas por Coimbra, inspirada e marcada pela rainha das Rosas ao som da música inconfundível de Beethoven, de Marcos Portugal e de Alexandre Delgado.
O programa conta com a interpretação da Abertura “Il duca Di foix ” de Marcos de Portugal ( 1762 – 1830), da ” Sinfonia n° 2 ” de Ludwig van Beethoven (1770-1827) e da obra Vida e Milagres de Dona Isabel – Alexandre Delgado ( encomenda feita em 2019 ao compositor pela Orquestra Clássica do Centro) com a magnífica voz da soprano Carla Caramujo.

A entrada é livre, sujeita a reserva de bilhete – informações : www.orquestraclassicadocentro.org

Co – organização : Confraria da Rainha Santa Isabel | Orquestra Clássica do Centro
Apoio Institucional : Câmara Municipal de Coimbra
Apoio : Ministério da Cultura / DGArtes

Porque é fundamental preservar o nosso património arquitectónico e cultural, fica o convite para que cada um possa contribuir com um donativo que reverterá integralmente para as obras de recuperação do Mosteiro de Santa Clara – a – Nova.
Poderá fazê-lo no próprio dia no local, ou por transferência bancária para o NIB : 0036.0033.99100687871.81

CRSI – 918 048 310 , recordatoriocrsi@gmail.com

Para emissão do recibo enviar por favor : nome, morada e NIF

REGRAS DE SEGURANÇA Concerto 23 julho 2020 | Claustros do Mosteiro de Santa Clara a Nova 

As regras de segurança para acesso do público  vão ao encontro das recomendações da Direção Geral de Saúde. Estamos a trabalhar para o receber com toda a segurança e confiança.

CONDIÇÕES

Entrada livre mediante apresentação de bilhete.
Máximo 2 bilhetes por pessoa.
Lugares sentados e numerados.
Os lugares laterais têm visibilidade reduzida.
O espectáculo não tem intervalo.

CONDIÇÕES DE ACESSO A BILHETES

Os bilhetes ficam disponíveis a partir do dia 21 de julho a partir das 14h, no Pavilhão Centro de Portugal, Mosteiro de Santa Clara-a-Nova ou no site da Orquestra Clássica do Centro

  • Horário bilheteira :Pavilhão Centro de Portugal 14h – 19h /Mosteiro Sta Clara a Nova 14h-18h

ACESSO AO LOCAL DO CONCERTO 

O acesso aos Claustros é feito pela entrada do Mosteiro
A saída realiza-se pelo mesmo local.
A entrada é exclusiva a portador de bilhete.
A entrada é feita a partir das 20h30  e preferencialmente até 15 minutos antes do início do espectáculo.

NORMAS DE SEGURANÇA

Uso obrigatório de máscara.
Respeite a distância entre lugares.
Cumpra as distâncias de segurança no acesso ao recinto.
Existência de dispensadores de gel em vários espaços do local.
Consulte o programa em www.orquestraclassicadocentro.org
Para qualquer dúvida : Tlm 916 994 160 | 919 458 994 | Tel  239824050 | email: occ@orquestraclassicadocentro.org

 

PROGRAMA
Marcos Portugal (1762 – 1830)
Il Duca di Foix (Abertura)

Alexandre Delgado ( n. 1965)*
“Vida e Milagres de Dona Isabel”** Ciclo para Soprano e Orquestra
(2019) Obra encomendada pela OCC

I. Dona Isabel ao nascer
II. Vivendo El-Rei Dom Dinis
III. Já depois que esta Rainha
IV. Em lugar onde ela fosse
V. No dia em que faleceu

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Sinfonia nº 2 em Ré maior, op. 36
I. Adagio molto – Allegro con brio
II. Larghetto
III. Scherzo: Allegro
IV. Allegro molto

 

** A figura de Santa Isabel de Portugal (1271-1336) foi envolvida pela devoção popular em incontáveis milagres a maior parte deles apócrifos, incluindo o célebre milagre das rosas (que pertenceu a sua tia-avó, Santa Isabel da Hungria). Mas a bondade, a inteligência e a abnegação da filha de Dom Pedro de Aragão e esposa de Dom Dinis, foram milagrosas per se. É isso que transparece da mais antiga narrativa sobre a sua vida, escrita no século XIV por alguém que conheceu de perto a rainha.
Este ciclo para soprano e orquestra tem como base excertos da narrativa medieval que foi reconstituída por J. J. Nunes (Coimbra, Imprensa da Universidade, 1921). Numa adaptação em verso do compositor, são pequenos apontamentos que evocam o lado mais humano dessa mulher extraordinária.

“Vida e Milagres de Dona Isabel” Ciclo para Soprano e Orquestra (2019)

Obra encomendada pela OCC

I. Dona Isabel ao nascer

Dona Isabel ao nascer
veio envolta numa pele
que lhe tolhia os membros
e que sua mãe Iolanda
fez guardar numa coucela.

E por ser a avó materna
filha do rei da Hungria
e irmã de Santa Isabel,
foi-lhe posto o mesmo nome,
que as virtudes lhe antevia.

Era a neta mais querida
do avô, El-Rei Dom Jaime,
e tinha apenas nove anos
quando o trono em Portugal
herdou El-Rei Dom Dinis,
o qual mandou mensageiros
a Dom Pedro de Aragão,
demandando a mão
de sua filha Isabel.

Esta já nessa idade
orava e servia a Deus
e se doía de quantos
vinham pedir sua mão.

II. Vivendo El-Rei Dom Dinis

Vivendo El-Rei Dom Dinis
e a Rainha aguardando
aquilo que é devido
aguardar entre casados,
foi El-Rei induzido
a ver outras mulheres,
para ser afastado da casa da Rainha.

Começou então a ter barregãs
e mulheres mancebas,
das quais houve filhos.

Mas a rainha, sendo embora
ainda mulher manceba também,
dava a entender ao mundo
que isso não lhe importava.

E se alguém lho vinha contar,
punha-se a ler e a falar
sobre as coisas de Deus
com suas donas e donzelas.

E por essa mesura que El-Rei
nela via e entendia
e como seu nojo e pesar
calava sem se queixar,

El-Rei tornava do erro
e do mal que lhe fazia.

Teve filhos e filhas,
os quais sofria a Rainha.

Mandava-os vir até ela,
para vesti-los e criá-los.

Maravilhava-se a gente
com o seu entendimento.

III. Já depois que esta Rainha

Já depois que esta Rainha
veio para Portugal,
houve grande discórdia
entre El-Rei e o irmão.

E cercando El-Rei lugares
que ao Infante pertenciam,
quis tomá-los pela força,
em confrontos sangrentos
e pelejas que causaram
grande estrago nessas terras.

Logo tentou a Rainha
alcançar paz e concórdia,
dando a El-Rei a vila de Sintra,
que dele houvera,
para que ele desse outros lugares
ao irmão, que desse modo
aceitou ser seu vassalo.

IV. Em lugar onde ela fosse

Em lugar onde ela fosse
não havia pobre algum
a quem esmola recusasse.

Ao saberem que lá vinha,
homens, mulheres e crianças
sentavam-se nos caminhos,
à beira dos lugares,
e por muitos que eles fossem
nem um partia sem esmola,
levando também consolo
da sua doce fala.

E se via algum doente,
logo mandava tratá-lo.

E nas vilas onde havia
mulheres mancebas e pobres
que para terem que vestir
tinham que vender o corpo,
mandava discretamente
dar panos àquelas moças
e a muitas dava haveres
para se poderem casar.

E onde ela ia e via encetar
igreja ou hospital,
dava tudo quanto tinha
para ajudar.

V. No dia em que faleceu

No dia em que faleceu,
encontrava-se em Estremoz.

Sete jornadas durou
o traslado até Coimbra,
de calor mui extremado.

Maravilhavam-se aqueles
que o ataúde levavam
com o perfume de flores
que o seu corpo exalava.

Todos os que o sentiram
deram louvores a Deus
pela tão grande mercê
de um corpo de mulher
ter, na morte, cheiro a rosas.

* Alexandre Delgado (Lisboa 1965) estudou na Fundação Musical dos Amigos das Criança (atual AMAC) e diplomou-se no Conservatório Nacional em violino e composição em 1983. Aluno particular de Joly Braga Santos, tinha 17 anos quando o seu Prelúdio para Cordas foi estreado pela Orquestra Sinfónico da RDP. Aluno de Jacques Charpentier em França, como bolseiro da SEC, diplomou-se com o 1.º Prémio de Composição do Conservatório de Nice em 1990. A sua obra Antagonia foi selecionada para os World Music Days na cidade do México City em 1993 e o seu Quarteto de Cordas foi gravado pelo Arditti Quartet. Langará, para clarinete solo (1992) tornou-se obra de reportório desse instrumento a nível internacional. A sua produção inclui encomendas de vários festivais internacionais e das principais instituições musicais portuguesas. Dirigiu a estreia da sua ópera O Doido e a Morte (1993) no Teatro Nacional de São Carlos, no Theater Am Halleschen Ufer em Berlim (1996) e no Theatro da Paz em Belém do Pará, Brasil (2018), bem como a estreia da sua ópera A Rainha Louca (2009) em Portugal e no Brasil. Depois das cantatas O Pequeno Abeto e O Soldadinho de Chumbo, que dirigiu com mais de 200 crianças no Teatro Tivoli e na Casa da Música, em abril de 2019 estreou no CCB uma versão musico-dramática de Rei Lear. Como violetista, foi aluno de Barbara Friedhoff, diplomou-se em França e venceu o Prémio Jovens Músicos em 1987. Estreou como solista The Vigil of the Angels de Ivan Moody (obra da qual é dedicatário) e o seu Concerto para Violeta e Orquestra em Portugal, em Espanha e na Holanda. Fez parte da Orquestra de Jovens da União Europeia, onde atuou sob a direção de Claudio Abbado e de Zubin Mehta. Foi membro da Orquestra Gulbenkian e é desde 2005 membro do Moscow Piano Quartet, com o qual fez a primeira gravação em CD do Quarteto com Piano de Anton Rubinstein. Crítico musical do Público de 1992 a 2001, o seu programa “A Propósito da Música” é transmitido semanalmente pela Antena 2 desde 1996. Foi diretor artístico do Festival de Música de Alcobaça entre 2002 e 2019, tendo promovido numerosas estreias modernas e primeiras audições. Autor de aclamadas versões portuguesas das óperas Hänsel und Gretel, Die Zauberflöte, The Little Sweep e La bela dormente nel bosco, os seus livros A Sinfonia em Portugal, A Culpa é do Maestro (Crítica Musical) e Luís de Freitas Branco estão publicados pela Caminho/Leya.

 

Orquestra Clássica do Centro

Carla Caramujo, soprano

Sendo hoje um dos mais destacados sopranos portugueses da sua geração, Carla Caramujo venceu os Concursos Nacional Luísa Todi (Portugal), Musikförderpreis der Hans-Sachs-Loge (Nuremberga), Chevron Excellence Award, Ye Cronies Award e Dewar Award (Reino Unido). É diplomada pelas Guildhall School of Music and Drama de Londres e Royal Conservatoire of Scotland sendo também uma Samling Young Artist. Em ópera destacam-se as suas interpretações de Contessa Folleville em Il viaggio a Reims, Clorinda em La cenerentola, Gilda em Rigoletto, D. Anna em Don Giovanni, Adele em Die Fledermaus, Lisette em La Rondine, La Princesse em L’enfant et les Sortilèges de Ravel, Erste Zofe em Der Zwerg de Zemlinsky e Carmina Burana (Teatro Nacional de S. Carlos); Violetta em La traviata (Festival de Sintra e Teatro de Leiria); Adina em L’elisir d’Amore (Teatro da Trindade), Nena em Lo frate ‘nnamorato de Pergolesi e Herz em Der Schauspieldirektor de Mozart (CCB, Lisboa), Valetto em L’Incoronazione di Poppea (Traverse Theatre, Edimburgo), Armida em Rinaldo de Händel (Festival Theater, Edimburgo); Rainha da Noite em Die Zauberflöte (Trinity theatre, Tunbridge Wells), Fiordiligi em Così fan tutte (Rivoli, Porto), Controller em Flight de J. Dove (Glasgow), Salomé na estreia mundial de O sonho de Pedro Amaral (London Sinfonietta, Gulbenkian e The Place, Londres), Lady Sarashina de Peter Eötvös (Teatro S.Luiz, Lisboa), Iara em Onheama (Festival Terras sem Sombra, Portugal) e o papel título em Domitila de J.G.Ripper (FIMUPA, Teatro de Castelo Branco e Festival Cistermúsica).Integrou o elenco de Un moto di gioia, Mozart Concert Arias de Anne Teresa De Keersmaeker com a Companhia Nacional de Bailado – CNB. Trabalhou com maestros e encenadores Emilio Sagi, Paul Curran, Katharina Thalbach, André Heller-Lopes, Annilese Miskimmon, James Bonas, Antonio Pirolli, João Paulo Santos, Julia Jones, Domenico Longo, Joana Carneiro, Tobias Volkmann, José Miguel Esandi, Johannes Stert, Nicholas Kraemer, Marcos Magalhães, Marc Tardue, Alexander Polyanichko, Pedro Neves, Pedro Carneiro, Nuno Coelho, Jorge Matta, Yi-Chen Lin, Christian Curnyn, entre outros, tendo sido solista em Messias (Händel), Requiem (Brahms), Missas Dó Menor, Requiem e Vesperae solennes (Mozart), Sinfonia 9 (Beethoven), Gloria (Poulenc), Paixão S. João (Bach), Elijah (Mendelssohn), Die Schöpfung (Haydn), Carmina Burana, Stabat Mater (Haydn e Pergolesi). Estreou a versão sinfónica de Lua, canção de uma morte (Nuno Côrte-Real), a estreia mundial de Icamiabas e Cinco Poemas de Vinicius de Moraes de J.G. Ripper, Galas de ópera com as árias de loucura de Lucia di Lammermoor, Ophelie (Hamlet de A. Thomas) e Elvira (I Puritani de Bellini), tendo-se apresentado nas salas: Heidelberg Hall, Smetana Hall (Praga), The New Sage Gateshead Music Centre (Newcastle), Barbican (Londres), Ópera de Bologna, Teatro Péon Contreras (Mérida, México), CCB, Gulbenkian, SODRE (Montevideu), Usina del Arte (Buenos Aires) e Teatro San Martin (Córdova, Argentina), Theatro da Paz (Belém), Teatro Mayor (Bogotá), entre vários festivais portugueses e internacionais.Gravou para as etiquetas Naxos e Framart e ainda para a RTP. A sua gravação de Requiem Inês de Castro de Pedro Camacho integra a lista de nomeados aos Grammy 2019. Recentemente cantou a protagonista La Princesse em Orphée de Philip Glass no teatro Municipal do Rio de Janeiro e brevemente será o Anjo na Trilogia das Barcas de Joly Braga Santos numa produção do Teatro Nacional de S. Carlos, Lisboa.

Maestro José Eduardo Gomes
José Eduardo Gomes foi recentemente laureado com o 1º Prémio e o Prémio Beethoven no Concurso de Direção de Orquestra da União Europeia. É maestro titular da Orquestra Clássica da FEUP e professor na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto, onde trabalha com as várias orquestras. Foi maestro titular da Orquestra Clássica do Centro (2016 a 2018), maestro associado da Orquestra Clássica do Sul (2018/2019), maestro titular do Coro do Círculo Portuense de Opera (Porto, 2011 a 2017) e maestro principal da Orchestre de Chambre de Carouge, na Suíça (2008 a 2011).José Eduardo Gomes nasceu em Vila Nova de Famalicão, cidade onde iniciou a sua formação musical e começou a estudar clarinete. Prosseguiu os seus estudos na ARTAVE e na ESMAE, onde se formou na classe de António Saiote, tendo recebido o Prémio Fundação Engenheiro António de Almeida. Estudou direção de orquestra com Laurent Gay na Haute École de Musique de Genève (Suíça) e direção coral com Celso Antunes.Como clarinetista, José Eduardo Gomes foi laureado em vários concursos, destacando-se o Prémio Jovens Músicos, nas categorias de Clarinete e Música de Câmara e o Concurso Internacional de Clarinete de Montroy, em Valência. Foi de novo laureado no Prémio Jovens Músicos, na categoria de Direção de Orquestra, tendo também recebido o prémio da orquestra. Foi semifinalista no 1º Concorso Citta di Brescia Giancarlo Facchinetti, em Itália.José Eduardo é membro fundador do Quarteto Vintage e do Serenade Ensemble. Nos últimos anos, tem sido convidado para trabalhar com as principais orquestras portuguesas, atuando nos mais destacados festivais de música em Portugal, incluindo “Dias da Música”, Festival de Sintra, Festival PJM, Festival Cantabile, Festival de Música de Leiria, FIMA, Festival das Artes, “Música no Colégio” e Festival Internacional de Música Religiosa de Guimarães, entre outros. No domínio da ópera, participou em produções de Don Giovanni e Così fan tutte de Mozart, Luisa Miller de Verdi, Lo speziale de J. Haydn, e La Donna di Genio Volubile de Marcos Portugal. Uma parte importante do seu trabalho é dedicada a orquestras de jovens, um pouco por todo o país. Em 2018 foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural atribuída pela Cidade de Vila Nova de Famalicão.
Foi maestro titular da Orquestra Clássica do Centro (2016 a 2018)

The event is finished.

Data

Jul 23 2020
Expired!

Hora

21:00

Local Time

  • Timezone: Europe/Lisbon
  • Data: Jul 23 2020
  • Time: 21:00

Local

Claustros
Mosteiro de Santa Clara-a-Nova , Coimbra

Organizador

Orquestra Clássica do Centro
E-mail
occ@orquestraclassicadocentro.org
Website
https://www.orquestraclassicadocentro.org
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