Bussaco Summer Sounds

Apoio 
DGartes / Ministério da Cultura

Uma iniciativa 

Orquestra Clássica do Centro m parceria com
a Fundação Mata do Bussaco e a
Câmara Municipal da Mealhada.

dias 14 e 15 de setembro de 2019

Dia 14 | 19h30 

Gala de Ópera |Música no Jardim do  Palácio

Orquestra Clássica Do Centro Soprano – Bárbara Barradas Tenor – Mário João Alves Maestro Jan Wierzba
José Rui Martins, dramaturgia


Programa 
G. Rossini – Abertura De Italiana In Algieri  |
 G. Donizetti – Dueto “Una Parola, O Adina” De L’Elisir D’Amore  | 
V. Bellini – “Casta Diva” De Norma | 
G. Verdi – Dueto “Parigi, O Cara” De La Traviata    | 
P. Mascagni – Intermezzo Sinfónico De Cavalleria Rusticana | 
G. Donizetti – Dueto “Caro Elisir” De L’Elisir D’Amore | 
G. Verdi – “De Miei Bollenti Spiriti” De La Traviata | 
G. Donizzetti – Dueto “Verrano A Te Sull’aure” De Lucia De Lammermoor

 Dia 15 | 16h

Jardim (En)Cantado

Grupo Vocal Ad Libitum  Isilda Margarida, Maestrina 

Dia 15 | 18h

CRUZAMENTOS E ENLACES

Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica do Centro Jorge Caeiro, acordeão 

A partir de um trabalho de investigação de David Wyn Lloyd sobre as características diferenciadoras e das semelhanças entre o Fado,Tango e a Morna  apresentam-se na formação de câmara obras recriadas com a participação de solistas convidados no Acordeão,  Bandoneon ou Guitarra Portuguesa.  

Programa

“Loca” – Manuel Jovés  | “Sons do Luar” – Francisco Menano  | “Amor Perdido” – Francesco Menano  | “Canção do Mar” – Ferrer Trindade  | “Tango Argentino” – Matyas Seiber  | “Despedida” – Francesco Menano  | “El Choclo” – Angel Villoldo | “Verdemar” – Carlos di Sarli  |  “Fusquinha”, “Jom Dalómba”, “nha terra Mindelo” Arr. David Wyn Lloyd

Informações :  www.orquestraclassicadocentro.org
concertos são de acesso livre/gratuito. 

Honre-nos com a sua presença ! 

Participação 2019

Bárbara Barradas

Soprano – Barbara Barradas 

Bárbara Barradas nasceu em Lisboa. Estudou canto e piano na Escola de Música do Conservatório Nacional e, como bolseira da Fundação Gulbenkian, prosseguiu a sua formação na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, onde se diplomou com distinção. Ganhou vários prémios nacionais e internacionais, incluindo o Prémio Bocage do Concurso de Canto Luísa Todi (2005) e o 2.º Prémio da Guildhall Aria Award Competition (2009). Foi finalista no Concurso Leyla Gencer de 2012. Em 2014 recebeu o Prémio Donizetti (papel principal em Lucia di Lammermoor) no concurso “Grandi Voci”, em Salzburgo.

No domínio da ópera interpretou, entre outras obras: Rigoletto (Gilda); D. Giovanni (Donna Anna e Zerlina); A flauta mágica (Rainha da Noite); Dido e Eneias (Belinda); Tição Negro (Branca) de Augusto Machado; As bodas de Figaro (Barbarina), com o Coro e Orquestra Gulbenkian, sob a direção de P. McCreesh; Il viaggio a Reims (Delia) e O gato das botas (Princesa) de Montsalvatge, no Teatro Nacional de São Carlos; Carmen (Frasquita) de Bizet, no Woodhouse Festival (Reino Unido). Participou também nos projetos Flanders Operastudio e ENOA.

Em concerto e recital, atuou em vários palcos em Portugal e no estrangeiro, incluindo: Centro Cultural de Belém (Dias da Música), Fórum Luísa Todi, Ronnie Scott’s Jazz Club e St. James Theatre (Londres), Henley Festival, Glyndebourne Chorus Opera Festival e deSingel (Antuérpia).

Tenor Mário João Alves

Mário João Alves

Mário João Alves nasceu em Perafita. Tenor, licenciou-se em Canto no Conservatorio Superior de Musica de Gaia. Prosseguiu os seus estudos em Turim e Genova. Venceu o 2º prémio no IV Concurso Luisa Todi e estreou-se no Teatro Nacional de S. João, Porto, como Sempronio em Lo Speziale de Haydn. Regularmente convidado para as temporadas do Teatro Nacional de São Carlos, o tenor foi, naquela sala Nemorino, Ferrando, Conte di Almaviva, Tamino, Rinuccio, Fadinard (Il Cappello di Paglias di Firenze) Alfred (Die Fledermaus), Pedrillo, Joe (Blue Monday,) e cantou ainda Le Clerc (Jeanne d‘Arc au Boucher), Mr. Keen, Lucien and Peter (The English Cat), Ivan, (Le Nez), St. Stephen (Four Saints in Three Acts, encenação de Bob Wilson), entre outros. Tem-se apresentado na Fundação Gulbenkian, Casa da Música, Culturgest, D. Maria II, S. João, bem como nos teatros La Fenice de Veneza, La Monnaie de Bruxelas, Regio de Turim, La Maestranza de Sevilha, BAM de New York, Muscat Royal Opera House (Omã), Cairo Opera House (Egipto), Maputo Roma, Palermo, Lausanne, Tokyo, Kyoto, Macau, Biarritz, entre outros. Trabalhou com maestros e encenadores como Placido Domingo, Bob Wilson, Franco Zeffirelli e João Paulo Santos.

Publicou: A Valsa dos Sem-Isqueiro (MV, 2006),Afonso Cabrita meu tio, ensaísta, toureiro e melancólico (LASA, 2010 – PRÉMIO BOCAGE DE CONTO),Amilcar, consertador de Búzios Calados (30porumalinha, 2011 – PRÉMIO MATILDE ROSA ARAUJO), José, será Mago?, Histórias da Música em Portugal e A Orquestra na Baleia. Escreveu ainda Duas Noites com Lopes e o Arrepio Keiliano (Revista Glosas, nº2, 2011) e os guiões de O SONHO AMERICANO e 20000 MÚSICAS SUBMARINAS (Casa da Música, Porto, Maio 2011), CONCERTO PARA MARIONETAS E BIG BAND (Fima, Junho 2011), e O QUE É UMA ÁRIA?, espectáculo que co-escreveu e interpretou, com José Lourenço. Musico, foi co-fundador das VOZES DA RÁDIO, onde cantou, escreveu e compôs. Já em 2012 os Meninos Cantores da Trofa apresentaram o seu ciclo de canções a cappella AMILCAR, CONSERTADOR DE BÚZIOS CALADOS nos Dias da Musica, CCB,em Belém.

Maestro Jan Wierzba

Maestro Jan Wierzba

Maestro Jan Wierzba tem-se destacado como um dos mais promissores directores de orquestra em Portugal. Desde Setembro, é Maestro Assistente da Orquestra Filarmónica dos Países Baixos, em Amesterdão. Foi nomeado Director Artístico e Maestro Titular da Orquestra de Câmara de Almada em Maio passado, sendo também um dos fundadores e o Director Musical do Ensemble MPMP, agrupamento com o qual tem trabalhado durante os últimos cinco anos no sentido de promover o património musical português de todas as épocas. Entre os seus projectos recentes e futuros incluem-se programas com a Filarmónica dos Países Baixos, a Netherlands KammerOrkest, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Metropolitana de Lisboa, a Sinfónica Casa da Música, a Orquestra de Câmara Portuguesa, as Orquestras Clássicas de Espinho, da Madeira e do Sul, a Orquestra Filarmonia das Beiras, o Ensemble MPMP, a Síntese GMC, a Manchester Camerata, o Trash Panda Collective e o SEPIA Ensemble.Frequenta, desde Abril, a Hochschule für Musik Franz Liszt em Weimar, tendo sido admitido para o grau de Konzertexamen, sob a tutoria de Nicolas Pasquet e Ekhart Wycik, enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi Maestro Residente no festival Operosa (Sérvia e Montenegro, 2017). Fez uma série de três masterclasses com foco em ópera sob a tutoria de Carlo Rizzi, ao abrigo da rede ENOA – Queen Elizabeth Music Chapel, Ópera Nacional Holandesa e Orquestra Gulbenkian.Em 2016 teve oportunidade de trabalhar com Bernard Haitink e a Lucerne Festival Strings em masterclass, foi Assistente de Maestro de Coro na Ópera Nacional Holandesa e foi laureado com o 3º lugar no Prémio Jovens Músicos, em Direcção de Orquestra. Em 2015 foi um dos cinco escolhidos para a masterclass em Direcção de Orquestra com Mathias Pintscher, durante o Festival de Lucerna, e um dos 15 jovens artistas convidados a participar na International Community Arts Academy, organizada em conjunto pela Filarmónica de Berlim, a Sinfónica de Londres e o Festival d’Aix-en-Provence. Participou no workshop Opera in Creation, neste festival.Trabalhou como assistente de Joana Carneiro, Jac van Steen, Vassily Petrenko, Pedro Carneiro, Marc Tardue, Sir Andrew Davis e Juanjo Mena na Filarmónica Real de Liverpool e na Filarmónica da BBC, na Orquestra de Câmara Portuguesa, no Estágio Gulbenkian para Orquestra, na Orquestra Gulbenkian e na Orquestra Sinfónica Portuguesa.Enquanto bolseiro da Fundação Gulbenkian, terminou o Mestrado em Direcção no Royal Northern College of Music (RNCM), onde estudou com Clark Rundell e Mark Heron, tendo-lhe sido atribuído o Mortimer Furber Prize for Conducting. Licenciou-se em Direcção de Orquestra pela Academia Nacional Superior de Orquestra sob a tutoria do maestro Jean-Marc Burfin. Participou em várias masterclasses com personalidades como Neeme Jarvi, Jorma Panula, Juanjo Mena, Nicolas Pasquet, Sir Mark Elder e Paavo Jarvi, entre outros. Licenciado em Piano pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, em 2009, na classe de Constantin Sandu, apresentou-se enquanto solista com orquestra, em recital e em música de câmara. Recebeu 1º Prémio em Música de Câmara do Prémio Jovens Músicos 2006, o prémio do Rotary Club da Foz atribuído a três dos melhores licenciados da ESMAE e a bolsa da Yamaha Music Foundation for Europe, após provas públicas em 2005.É desde Setembro de 2018 maestro titular da Orquestra Clássica do Centro.

Grupo Vocal Ad Libitum

O Grupo Vocal Ad Libitum iniciou a sua actividade em 1991 com um total de 16 cantores, reflectindo a sua opção por uma sonoridade muito própria, em que cada elemento se apresenta ao público com a responsabilidade de um solista.Como qualquer outro grupo vocal, a actividade do Ad Libitum centra-se em grande parte na preparação de um reportório variado e na sua interpretação em concertos e eventos culturais diversos, em todo o país e no estrangeiro, em colaboração com diferentes entidades interessadas na promoção do canto coral.A Ad Libitum – Companhia das Artes iniciou em Outubro de 2008 um projecto artístico dirigido aos mais pequenos, os Cherubinni Ad Libitum, que sob a direcção da maestrina Isilda Margarida pretende elevar o canto coral infanto-juvenil à sua máxima possibilidade, quer na preparação de repertório de excelência, quer na produção de concertos de interacção com outros cantores e/ou instrumentistas.Tendo realizado vários espectáculos pelo país, estes dois coros preparam continuamente novo repertório. Participaram em 2009 e 2010 na ópera “Bastien e Bastienne” de W. A. Mozart, a primeira produção da Ópera de Coimbra que integra também a Companhia das Artes Ad Libitum. Maestrina Isilda Margarida

Jorge Caeiro

Jorge Caeiro

Jorge Caeiro, natural de Évora, iniciou o estudo de acordeão com Octávio Martins na Academia de Música Eborense. Posteriormente prossegue os estudos com Paulo Jorge Ferreira no Conservatório Regional de Castelo Branco ingressando mais tarde, em 2013, na licenciatura de acordeão. É professor na Escola Superior de Artes Aplicadas, em Castelo Branco.

Orquestra Clássica do Centro

Orquestra Clássica do Centro

A Orquestra Clássica do Centro (OCC) apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001. Em 2002, a Orquestra passou a ser composta por 32 elementos e alterou a sua designação para Orquestra Clássica do Centro. Tem contado com  o contributo solístico e de regência de notáveis figuras do nosso panorama musical como Cesário Costa, Rui Massena ou Luís Carvalho, Marina Pacheco, Mário João Alves, Elisabete Matos, Dora Rodrigues Nelso Ebo, Dejan Ivanovic ou  Adriano Jordão. Tem encontrando também meios para, pontualmente, produzir concertos com uma densidade tímbrica e orquestral sinfónica.

Também tem vindo a multiplicar a atuação de formações de câmara (trios, quartetos e quintetos, entre outras), disponibilizando assim um leque variado de programas/repertórios, em função das circunstâncias e / ou locais. Organizou concursos e conferências e festivais para além das atividades exclusivamente concertísticas.  Em maio de 2014, deslocou-se a Cabo Verde, a convite do Ministro da Cultura de Cabo Verde Mário Lúcio de Sousa que declarou a Orquestra, além de “fundadora da Orquestra Nacional de Cabo Verde”, como sendo parte integrante desta. Em janeiro de 2016 a OCC esteve presente e actuou na cerimónia de inauguração do Museu do Tarrafal. Editou vários CD´s,  e livros. 

Enquanto associação, a OCC tem ainda a responsabilidade da gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal (local da sede da OCC).

Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, têm sido e continuarão a ser os objetivos deste projeto.

A OCC conta com o apoio Institucional da Câmara Municipal de Coimbra e o apoio da Dagrtes. Tem como Mecenas a EFAPEL. Tem protocolos assinados com várias Câmaras Municipais, Escolas de Música e outras Instituições como sejam a Universidade de Coimbra, o IPC, o ISCAC ou a ESART. Tem o apoio do Diário As Beiras e o Diário de Coimbra, Noticías de Coimbra, Campeão das Províncias, Radio Regional do Centro,  RTP e Atena 1, para além de empresas como a Bluepharma ou  ASCENDUM  Em Fevereiro de 2016, além da sua direcção artística geral, apresentou a direcção artística estratégica de que fazem parte nomes como Vasco Martins, Andrew Swinnwerton, Luís Tinoco, Mário Alves, Marina Pacheco ou Jan Wierzba. Em Julho de 2013 foi  agraciada com a  Medalha de Mérito Cultura da Cidade de Coimbra.

Em 2019 assinala o seu 18º aniversário.